Momento kasher

por bonita detox

Irmãos de alma, não sou judia mas sigo a tradição de uma forma não linear. Mais especificamente a kabbalah judaica. Às vezes mais intensamente, às vezes mais na superfície. Já frequentei sinagogas ortodoxas, já passei dias lendo o Zohar, a Torá e o Sêfer Ietsirá e tive períodos de alimentação kasher bem sérios. Diria que esses hábitos me abriram novos portais e possibilidades. É realmente real, acontecem coisas surpreendentes e renascemos em outras versões de nós mesmos. É bem interessante saber que a Luz existe em toda sua intensidade incessantemente e quem controla a entrada dela nas nossas vidas, somos nós. É libertador saber disso e ter consciência de que tudo que nos acontece, acontece por algo que foi provocado por atitudes nossas. 100% responsabilidade. 0% culpar os outros. Estamos em um período muito importante do ano, a preparação para o Ano Novo Judaico, ou Rosh Hashanah (de 28 a 30 de setembro).  Rosh significa “cabeça” e Hashanah significa “o ano”. Uma definição mais precisa é “cabeça do ano”, ou “semente do ano”. É uma abertura cósmica de dois dias no calendário kabalístico, que nos permite cultivar nosso campo de sonhos para todo o ano próximo. A hora é de plantar sementes boas para colher frutos bons. Separar o leite da carne, não comer crustáceos ou carne de porco é muito mais que alimentar-se de forma pura. É entrar em sintonia com a Árvore da Vida e receber mais e mais Luz. Não ser reativo, não repetir os mesmos erros, não duvidar, cultivar a fé, não ser bom, mas ser melhor, sair da roda que gira sem cessar e nos leva sempre para o mesmo ponto, dando aquela sensação de impotência. Until you wise up, it’s not going to stop. Então acordem determinados a mudar o rumo das coisas, desistam do que não é seu por direito, abram mão de seus defeitos recorrentes e preparem-se para um ano bom e doce.

A tradição é comer maçãs com muito mel e romãs para ter um ano novo abençoado. 😀

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