Alimento espiritual

por bonita detox

Na metade de um jejum que vai durar 25 horas, estou vivendo o Yom Kipur, que significa uma limpeza espiritual profunda, que atinge níveis abaixo e acima de nossa Árvore da Vida pessoal. Sem água, alimento, saindo do mundo físico de Malchut, tendo acesso à Binah. Tudo ao alcance da mão, tocando o intangível. Em Rosh Hashanah, e mesmo na preparação uma semana antes, quebrei alguns conceitos e me despedi de relações mortas. Dói abrir mão do pior de nós, dói abrir mão daquilo que não está nos ajudando em nada, porque dói mudar. É uma dor momentânea, mas naqueles momentos ela parece insuportável. Tive uma ajuda fenomenal de Deus para que o momento fosse breve. Descendo 6 andares do elevador do meu prédio, travei uma batalha com meus vícios e pensamentos e quando cheguei ao térreo, respirei fundo e deixei tudo para trás. Momentâneo foi o sofrimento, e a isso chamamos dor. As decisões, ao contrário, estão tomadas e não há mais espaço para voltar atrás. Se existia alguma lição, para aprender ou ensinar, elas cumpriram seu papel. Daqui é olhar para frente e lado a lado. Talvez, eu uns passos atrás, mas lado a lado.

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